
Em janeiro de 2026, o Ministério das Cidades divulgou os números do Novo PAC para o setor de saneamento: R$ 22,1 bilhões direcionados apenas em 2025. Somando ao período desde 2023, o montante ultrapassa R$ 61 bilhões em investimentos selecionados para ampliar o acesso da população brasileira a serviços de água e esgoto.
Não é um número qualquer. É o maior ciclo de investimentos em saneamento básico da história recente do país.
O Marco Legal do Saneamento, sancionado em 2020, estabeleceu metas que não têm volta: 99% da população com acesso à água tratada e 90% com coleta e tratamento de esgoto até 31 de dezembro de 2033.
Isso colocou estados, municípios e concessionárias numa posição clara: ou constroem agora, ou entram em inadimplência regulatória. Não existe espaço para procrastinação. O prazo está no horizonte e as penalidades são reais.
Para cumprir essas metas, o governo federal estima a necessidade de atrair entre R$ 500 bilhões e R$ 700 bilhões em investimentos totais. O dinheiro está sendo desbloqueado. Os contratos estão sendo assinados. As licitações estão saindo.
E as obras precisam sair do papel.

Cada real investido em saneamento gera uma cadeia de demanda muito concreta: projetos de engenharia, licenciamentos, mobilização de equipes, escavações, construções, instalação de equipamentos, comissionamento, entrega.
Estamos falando de ETEs, ETAs, reservatórios, elevatórias, redes de interligação. Obras de médio e grande porte, com prazos apertados, fiscalização rigorosa e exigências técnicas que crescem a cada novo contrato.
A Sabesp, por exemplo, anunciou R$ 20 bilhões em investimentos em saneamento e reuso. Entre as obras em andamento estão a ETE Parque Novo Mundo, o Sistema de Esgotamento Sanitário Perus e a nova ETA Melvi, na Praia Grande. São projetos de alta complexidade que movimentam toda a cadeia construtiva.
Em paralelo, o governo federal desbloqueou em dezembro de 2025 mais de R$ 5 bilhões em financiamento para abastecimento de água em áreas urbanas, contemplando 86 municípios em 10 estados. Cada município aprovado significa uma obra a ser tocada.
O investimento chegou. O marco regulatório existe. Os contratos estão assinados. Mas há um problema real, que quem está no campo enfrenta todo dia: falta construtora qualificada para executar.
ETEs e ETAs não são obras simples de serem executadas. O Instituto Trata Brasil, em seu estudo de 2025, deixou claro: 363 municípios ainda operam com contratos irregulares, com média de investimento de apenas R$ 53 por habitante ao ano. Muitos desses municípios simplesmente não conseguem avançar porque não encontram quem execute com competência, dentro do prazo e dentro da norma.

Uma ETE não é uma obra que permite improviso. Em saneamento, erro de execução vira atraso, retrabalho e aumento de custo. Uma fundação mal executada compromete a sequência da obra, uma concretagem fora de especificação afeta a durabilidade da estrutura e um cronograma descoordenado impacta diretamente o início da operação da planta.
Por isso, projetos desse porte exigem experiência prática, equipe preparada e capacidade de resolver desafios de campo todos os dias. A Fronter Engenharia de Obras atua há mais de 20 anos nos setores de saneamento, concreto armado e infraestrutura pesada, executando estruturas de alta complexidade para algumas das maiores empresas do país.
Entre os projetos já executados estão a ETE São Jorge, construída para atender a unidade da Piracanjuba no Paraná; a ETE Ribeirão do Lipa, importante empreendimento de saneamento em Mato Grosso; e a ETA Bombinhas, obra estratégica para ampliação da infraestrutura de abastecimento de água em Santa Catarina.
Esses são apenas alguns exemplos. Ao longo de sua trajetória, a Fronter já participou da construção de mais de 30 obras de saneamento, que juntas representam mais de 1.611,61 L/s. Números que refletem a experiência de quem entende os desafios da execução e sabe transformar projetos complexos em estruturas prontas para operar com segurança, qualidade e previsibilidade.

A Fronter Engenharia de Obras atua há mais de 20 anos na execução de obras de alta complexidade nos setores de saneamento, energia, biogás e infraestrutura industrial.
São projetos que exigem planejamento, capacidade técnica e experiência para superar desafios de campo, cumprir cronogramas e entregar estruturas prontas para operar com segurança e desempenho.
Conheça mais projetos e cases executados pela Fronter Engenharia de Obras em nosso portfólio: Portfólio Fronter Engenharia de Obras.
